TEORIAS DE ADMINISTRAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE

  • Diogo Arão Ribeiro UFPI
  • Abigail Laísla Belisário da Silva
  • Letícia Marques Lacerda
  • Juliana Nunes Lacerda
  • Vera Alice Oliveira Viana
  • João Paulo da Silva Batista
  • Ítalo Arão Pereira Ribeiro UFPI

Resumo

As teorias de administração têm sido discutidas por diversas áreas profissionais nos anos recentes. São de grande amplitude e podem ser válidas a partir da boa prática aplicada por um gestor que compreende suas variáveis que são: tarefa, estrutura, pessoas, tecnologia, ambiente e competitividade. Objetivou-se conhecer as teorias de administração aplicadas nas instituições de saúde. Trata-se de um estudo do tipo Revisão Integrativa da Literatura que reuniu uma amostra de 12 artigos sobre a temática abordada. Ao analisar os artigos selecionados pôde-se perceber que a aplicação ou o resgate das teorias clássicas que envolvem o trabalho racionalizado, dificulta o processo de trabalho e burocratiza o serviço ser prestado. Na seleção dos artigos pôde-se observar que há uma prevalência de estudos que mostram a análise das teorias motivacionais e na capacitação de alunos durante a graduação o que reflete uma inserção da administração na modernidade. O processo gerencial nas instituições de saúde tornou-se historicamente função atribuída ao profissional enfermeiro. O estilo contemporâneo da Administração, que compreende a moderna gestão de pessoas e de processos, através de percepção de que os recursos, ditos humanos, são de extrema relevância para o sucesso de toda organização, seja ela da saúde ou não. Conclui-se, que o elemento mais importante das teorias administrativas não é o resultado final, mas o próprio processo de trabalho por resolução de problemas, por meio do qual os servidores aprendem a se tornar ativos e críticos, assim desenvolvendo habilidades e atitudes exigidas na sociedade contemporânea.
Publicado
2019-06-02
Como Citar
RIBEIRO, Diogo Arão et al. TEORIAS DE ADMINISTRAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 56, n. 2, p. 50-61, jun. 2019. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/2753>. Acesso em: 18 jun. 2019.
Seção
Artigos