HIPOPLASIA DE ESMALTE: UMA ABORDAGEM CLÍNICA CONSERVADORA

Authors

  • LETICIA DIAS MARTINHÃO
  • VIVIANE GUADAGNIN
  • MATHEUS MANTOVANI
  • CAMILA FRACALOSSI

Abstract

Alterações morfológicas de cor e proporções harmoniosas, na
maioria das vezes, não levam a problemas dentários funcionais,
no entanto, podem comprometer o estado psicológico e o convívio
social do paciente. O presente artigo relata um caso de
hipoplasia de esmalte, com a presença de manchas amarelo-
amarronzadas de média profundidade e alterações na textura
do esmalte dos incisivos centrais superiores e inferiores,
comprometendo a estética e autoestima da paciente. Paciente
B.P., 10 anos, procurou a clínica da Faculdade Ingá queixando-
se da presença de manchas nos dentes anteriores superiores
permanentes. Durante a anamnese, a mãe adotiva relatou que
os dentes acometidos já estavam manchados desde seu irrompimento
e relatou trauma na região, por queda, aos 3 anos de
idade aproximadamente. Além disso, apontou o fato de a mãe
biológica ter feito uso de drogas ilícitas durante a gravidez. Ao
exame clínico, diagnosticou-se hipoplasia de esmalte. Diante da
queixa da paciente, o tratamento seguiu-se de desgastes superficiais
das manchas brancas dos dentes 11 e 21, com o cuidado
de preservar o máximo da estrutura sadia e em seguida restauração
com compósito resinoso. A utilização de resinas compostas
direta, como alternativa de tratamento conservador
para lesões de manchas hipoplásicas de esmalte, se mostrou
eficiente no restabelecimento da estética e harmonia do sorriso,
além de alcançar a satisfação pessoal da paciente.

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Published

2015-10-12

How to Cite

MARTINHÃO, L. D., GUADAGNIN, V., MANTOVANI, M., & FRACALOSSI, C. (2015). HIPOPLASIA DE ESMALTE: UMA ABORDAGEM CLÍNICA CONSERVADORA. Uningá Review, 24(1). Retrieved from https://revista.uninga.br/uningareviews/article/view/1680

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