EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA PERSPECTIVA DE GESTORES DA ATENÇÃO BÁSICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.46311/2318-0579.58.eUJ3686

Palavras-chave:

Atenção Básica, Educação Permanente em Saúde, Ensino em Saúde

Resumo

Pesquisa qualitativa com o objetivo de analisar o conhecimento e aplicação da política de Educação Permanente em Saúde, na perspectiva de gestores da Atenção Básica de um município do interior de São Paulo. Os dados foram coletados junto a 25 profissionais, por meio de entrevista semiestruturada. A análise dos dados aconteceu por meio da técnica de análise de conteúdo de Bardin (1979). Os resultados foram organizados em duas categorias: Educação Permanente em Saúde: dimensão conceitual e Educação Permanente em Saúde: desafios para operacionalizar a EPS. Estes resultados mostraram que, no campo conceitual, há a verbalização de forma clara de que os profissionais conhecem a EPS; contudo, o espaço para discussão se dá de forma pouco articulada, pouco organizada e não ocorre de maneira contínua. Quanto aos desafios para operacionalizar a Educação Permanente em Saúde, conclui-se que se faz necessário o investimento na implementação desta política de forma a criar espaços, desenvolver e melhorar a construção coletiva de reflexões da prática do trabalho, o que resulta no uso da política como mais uma ferramenta de gestão.

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Publicado

2021-06-30

Como Citar

de Carvalho, E. R., Padilha, R. de Q., & Sampaio, S. F. (2021). EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA PERSPECTIVA DE GESTORES DA ATENÇÃO BÁSICA. Revista Uningá, 58, eUJ3686. https://doi.org/10.46311/2318-0579.58.eUJ3686

Edição

Seção

Ciências da Saúde