O TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL E SUA RELAÇÃO COM A REINCIDÊNCIA CRIMINAL
DOI:
https://doi.org/10.46311/2318-0579.56.eUJ327Palavras-chave:
transtorno antissocial;, reincidência;, personalidade;Resumo
O índice de reincidência criminal cometidos por pessoas com transtorno de personalidade antissocial tem sido muito elevado no Brasil em comparação a outros países. Dessa forma, o presente artigo objetiva apresentar o conceito, características e formas de manifestação do transtorno, bem como, qual a visão desta psicopatologia tendo como princípio a teoria cognitiva comportamental. Para que o processo terapêutico do sujeito com transtorno de personalidade antissocial (TPAS) seja eficaz e sua probabilidade de reincidência seja reduzida, é fundamental que o indivíduo passe por um processo de avaliação e acompanhamento contínuo desempenhado por um psicólogo capacitado junto de determinados procedimentos científicos. Portanto, neste artigo será discutido a forma de atuação do profissional diante desta problemática e como o sujeito é avaliado e acompanhado por este profissional após praticar algum delito. Conclui-se então que, é possível identificar uma falha na administração dos indivíduos com TPAS e que a ausência do processo terapêutico adequado tem grande influência na elevação dos índices de reincidência criminal.
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