AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA AUTÓCTONE DO CÓRREGO LANOSO (APA DO RIO UBERABA), MINAS GERAIS, BRASIL

  • PEDRO DE SOUZA LOPES SILVA
  • VINICIUS SILVA RODRIGUES
  • FERNANDA REZENDE TERRA
  • CAROLINE FÁVARO OLIVEIRA
  • HELEN SANDRA DE SOUSA LAET
  • AFONSO PELLI Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Resumo

A avaliação da produtividade primária em ambientes lóticos tem grande relevância, pois permite conhecer o metabolismo do sistema aquático, bem como a entrada de energia e as influências nos ciclos de carbono e outras variáveis limnológicas. Nos corpos hídricos, as condições abióticas têm sofrido alterações em decorrência das interferências antrópicas, acarretando impactos nas comunidades aquáticas. O estudo foi realizado no Córrego Lanoso, Município de Uberaba/MG. Com o objetivo de avaliar a produtividade primária de um ambiente lótico e analisar a influência de parâmetros de qualidade da água foi realizada amostragem para a determinação da produtividade primária. Esta ocorreu em dois pontos distintos do Córrego Lanoso e a metodologia utilizada foi o Método de frascos claros e escuros por meio da técnica de Winkler, modificado por Pomeroy e Kirschmann, 1945. Os parâmetros físico-químicos (temperatura, turbidez e pH) foram obtidos in situ, através de sonda. Os resultados mostraram que a produtividade primária foi maior no ponto próximo a nascente, quando comparado ao ponto jusante. Com relação aos parâmetros físico-químicos, apenas a turbidez obteve variação significativa, sendo este o fator limitante para a produtividade primária, já que quanto maior a turbidez menor absorção da luz e consequentemente menor atividade fitoplanctônica do ecossistema.
Publicado
2019-06-20
Como Citar
SILVA, PEDRO DE SOUZA LOPES et al. AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE PRIMÁRIA AUTÓCTONE DO CÓRREGO LANOSO (APA DO RIO UBERABA), MINAS GERAIS, BRASIL. REVISTA UNINGÁ REVIEW, [S.l.], v. 34, n. 2, p. 16-27, jun. 2019. ISSN 2178-2571. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uningareviews/article/view/2951>. Acesso em: 08 dez. 2019.
Seção
1º Seção: Meio Ambiente e Agrárias