PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA A (DES)MEDICALIZAÇÃO SOCIAL: UM ESTUDO DE REFLEXÃO

Resumo

O cenário atual mostra que há um estímulo para o resgate das práticas integrativas e complementares como forma de resolução e tratamento de condições de saúde que até então não faziam parte do contexto hospitalar. Paralelo a isso, existe o conceito de Medicalização Social, que consiste em um fenômeno complexo que compreende a incorporação de normas de condutas biomédicas na cultura geral e a redefinição de experiências humanas como problemas médicos. Este artigo trata-se de um estudo reflexivo que objetivou compreender as práticas integrativas e complementares como alternativa à medicalização social. As Práticas Integrativas e Complementares configuram recursos terapêuticos que estimulam os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde. Observou-se que as terapias complementares funcionam como uma estratégia de (des)medicalização social. O fenômeno da medicalização social ainda apresenta-se forte nos serviços de saúde. Na literatura, experiências exitosas no campo da atenção básica mostram que os profissionais ainda precisam de aprimoramento e empoderamento para a aplicabilidade dessas práticas. Apesar dos conhecimentos que se tem sobre a temática, faz-se necessário que o olhar esteja voltado para o cuidado holístico que aborde as questões sociais, morais e culturais envolvidas no processo do adoecimento.

Biografia do Autor

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Enfermeira, Graduada em 2016 pela Universidade Federal do Piauí. Mestra em Enfermagem pela Universidade Federal do Piauí em 2018. Especialista em Saúde Pública com ênfase em Saúde da Família - UNINTER (2019). Membro do Grupo de Pesquisa em Segurança do Paciente e Sistematização da Assistência em Enfermagem (GPESP-SAE UFPI/CNPq). Tem experiência na área de Enfermagem atuando com os seguintes temas: Segurança do Paciente, Cultura de Segurança do Paciente, Sistematização da Assistência de Enfermagem, Processo de Enfermagem, Semiologia e Semiotécnica para Enfermagem.
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Enfermeira, graduada pela Universidade Federal do Piauí em 2016. Mestra em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (PPGENF/UFPI) em 2019. Especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Evangélica do Piauí (FAEPI) em 2019. Membro do Grupo de Pesquisa em Segurança do Paciente e Sistematização da Assistência em Enfermagem (GPESPSAE-UFPI). Consultora ad hoc da Revista da Escola de Enfermagem da USP (REEUSP). Experiência na área da Enfermagem, atuando nos seguintes temas: Segurança do paciente, Cultura de segurança do paciente, Gerenciamento de riscos, Sistematização da assistência de enfermagem, Processo de enfermagem, Semiologia e semiotécnica para enfermagem.
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Possui graduação em ENFERMAGEM pela Universidade Federal do Piauí (1991), Especialização em Enfermagem Médico-cirúrgica pela Universidade Federal do Piauí - UFPI(1995), Especialização em educação profissional na área de Enfermagem pela Escola Nacional de Saúde Publica - ENSP(2003), Especialização em Gestão dos Hospitais Universitários Federais no SUS(2014) pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do hospital Sírio Libanês, IEP-HSL Mestrado em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ (1999) e Doutorado em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ (2007). Atualmente é professora adjunta IV da Universidade Federal do Piauí (UFPI), ministrando as disciplinas Metodologia da Assistência de enfermagem, Semiologia e semiotécnica para enfermagem e Estágio Curricular II na graduação, e a disciplina Enfermagem em Saúde e Sociedade no Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Piauí (UFPI) . membro da Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD) da UFPI. Atua na linha de pesquisa Processo de cuidar em saúde e enfermagem, tendo como área de investigação saúde do adulto, sistematização da assistência do paciente e segurança do paciente. atuando principalmente nos seguintes temas: segurança do paciente, boas praticas e qualidade da assistência de enfermagem, saude dos grupos humanos, enfermagem e família, urgência e emergência, saúde do adulto, sistematização da assistência de enfermagem e ensino.
Publicado
2019-09-26
Como Citar
MENDES, Priscila Martins; DE ABREU, Ingrid Moura; AVELINO, Fernanda Valéria Silva Dantas. PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA A (DES)MEDICALIZAÇÃO SOCIAL: UM ESTUDO DE REFLEXÃO. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 56, n. S6, p. 116-122, set. 2019. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/2949>. Acesso em: 20 out. 2019.