DISTÚRBIOS MOTORES RELACIONADOS AO MAL DE PARKINSON E A DOPAMINA

Authors

  • Gessica Monique Rocha de Brito UEM
  • Sara Raquel Garcia de Souza UNIOESTE

Abstract

A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela depleção da dopamina, morte dos neurônios dopaminérgicos da substância negra da via nigroestriatal e presença de inclusão neurofibrilares nos neurônios ativos. A substância negra esta interconectada com todas as regiões do cérebro, estas recebem inervações glutamatérgicas e enviam projeções diretas e indiretas, modulando a atividade dos neurônios dopaminérgicos, assim, a perda de dopamina no estriado causa alterações químicas monoaminérgicas levando ao aumento e diminuição da atividade neuronal nas áreas motoras do córtex cerebral. Este estudo tem por objetivo compreender a relação dos neurônios dopaminérgicos com os sintomas clínicos na doença de Parkinson, investigar a disfunção fisiológica e apontar as alterações morfológicas do sistema nervoso central.  Foi realizada uma pesquisa descritiva do tipo revisão bibliográfica, através de documentos disponíveis nas bases de dados: LILACS, SCIELO, PUBMED e Google Acadêmico, utilizando-se os seguintes descritores: doença de Parkinson, dopamina, gânglios da base e neurônios dopaminérgicos. Foram selecionados documentos que incluíssem: dissertações, teses, artigos e livros que abordassem o tema, entre os anos de 2008 a 2018, disponíveis na integra nos idiomas português e inglês. Revisamos como a dopamina se adéqua no SNC e os prejuízos causados devido sua disfunção na doença de Parkinson. De forma geral, este estudo mostra a importância do equilíbrio fisiológico entre as vias neuronais, estabelecendo a relação das estruturas cerebrais com os neurotransmissores responsáveis pelo planejamento e execução do movimento juntamente com as alterações físicas que ela provoca.

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Published

2019-09-05

How to Cite

Brito, G. M. R. de, & Souza, S. R. G. de. (2019). DISTÚRBIOS MOTORES RELACIONADOS AO MAL DE PARKINSON E A DOPAMINA. Revista Uningá, 56(3), 95–105. Retrieved from https://revista.uninga.br/uninga/article/view/2866