ENTEROPARASITOSES: PREVALÊNCIA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ, BRASIL

  • RENAN AUGUSTO BIANCHINI
  • FLÁVIA MOLINA TEIXEIRA
  • ALEX FIORI DA SILVA
  • ANDRESSA DEPAULI
  • THAILA MAGNANI BORDIN
  • WELLINTON MUNIZ DO NASCIMENTO
  • GERSON ZANUSSO JUNIOR

Resumo

As parasitoses intestinais destacam-se dentre as doençasmais comuns entre os seres humanos, estão relacionadasdiretamente as condições sanitárias extremamente precárias,as quais simbolizam um grande problema de saúdepública em países de terceiro mundo. Dentre os acometidospela doença, crianças são as mais vulneráveis por possuirum sistema imunológico menos apto a reconhecer e combaterestes agentes patogênicos, ocasionando quadros dediarreia crônica, desnutrição dentre outros agravos. Opresente estudo teve por objetivo conhecer a ocorrência e aintensidade das principais parasitoses intestinais que acometemcrianças, de 0 a 5 anos, matriculados em uma crechesituada na cidade de Maringá – PR. Quarenta e cinco amostrasisoladas de fezes foram colhidas e processadas pelosmétodos de Hoffman e Faust, conforme preconizado pelaliteratura. As análises foram qualitativas para identificaçãodos parasitas, realizadas no Laboratório de Análises Clínicasda Faculdade Ingá. Após a análise dos resultados dosexames observou-se uma positividade de 15,5% nas criançasavaliadas, destes 71,4% da espécie Giardia lamblia,seguida de 14,3% da Endolimax nana e 14,3%da Enterobius vermicularis. A partir dos dados levantados,conclui-se que esses resultados demonstrem a falta deesclarecimento e sensibilização da população à prevençãodas infestações parasitárias. Sugerimos que sejam tratadasas crianças parasitadas, após consulta e prescrição médicaadequada, e que seja realizada educação em saúde aos pais eresponsáveis pelas crianças.
Publicado
2018-01-19
Como Citar
BIANCHINI, RENAN AUGUSTO et al. ENTEROPARASITOSES: PREVALÊNCIA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ, BRASIL. REVISTA UNINGÁ REVIEW, [S.l.], v. 24, n. 3, jan. 2018. ISSN 2178-2571. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uningareviews/article/view/1728>. Acesso em: 25 ago. 2019.