CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE – TDAH: COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS TRATADOS E NÃO TRATADOS COM METILFENIDATO

  • Luiz Antonio Bento Centro Universitário Ingá
  • Mariana Afonso Ferreira
  • Sandra Ednea Lima
  • Sueli Aparecida Manganotti

Resumo

O presente estudo tem por objetivo verificar se há um melhor desempenho escolar entre as crianças diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade – TDAH que fazem o uso de metilfenidato quando comparadas com crianças diagnosticadas que não fazem o uso do medicamento. A coleta de dados foi feita através da aplicação do teste de desempenho escolar (TDE) de Lilian Milnistky Stein, com crianças do sexto ao nono ano, com faixa etária de 11 a 14 anos, de ambos sexos e diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, regularmente matriculadas no Colégio Estadual Princesa Izabel, Umuarama, PR, e que recebem atendimento educacional especializado, Sala de Recursos Multifuncionais, SRM, no contra turno escolar. A aplicação do TDE foi feita de forma individual pelas psicopedagogas responsáveis, observando as condições padrão de iluminação, controle de ruídos e acomodações, que são comuns a outros exames psicopedagógicos. Os resultados obtidos foram convertidos em uma tabela, sendo classificados em: superior, médio e inferior para cada série escolar, a qual foi utilizada para comparação de desempenho de um estudante para outro. Os resultados indicam que o grupo sem tratamento medicamentoso obteve desempenho escolar maior que o grupo em tratamento medicamentoso para transtorno de déficit de atenção e hiperatividade confirmando a hipótese de que o tratamento medicamentoso isolado não é suficiente para o combate de um transtorno multifatorial como o TDAH.
Publicado
2019-06-02
Como Citar
BENTO, Luiz Antonio et al. CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE – TDAH: COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS TRATADOS E NÃO TRATADOS COM METILFENIDATO. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 56, n. 2, p. 151-159, jun. 2019. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/779>. Acesso em: 18 ago. 2019.
Seção
Artigos