LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE A VACINAÇÃO CONTRA O VÍRUS INFLUENZA E A HIPÓTESE DE VACINAÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS

  • Hugo Oikawa UNINGÁ - Centro Universitário Ingá
  • Maria Luisa Colpini Meurer UNINGÁ - Centro Universitário Ingá
  • Mateus Henrique Aderaldo Amichi UNINGÁ - Centro Universitário Ingá
  • Luis Renato Manfredini Hapner Universidade Federal do Paraná

Resumo

A cobertura vacinal adequada é de extrema importância para o controle e prevenção de doenças, além disso, as vacinas são cada vez mais completas. Tendo o calendário vacinal, padronizado pela Organização Mundial de Saúde, elaborado para priorizar indivíduos saudáveis. Sendo a vacina contra influenza, administrada anualmente para grupos elegíveis que comparecem aos centros de saúde. Atualmente o Brasil está envolvido no desenvolvimento de duas Vacinas Contra o Coronavírus (VacCo) que após os testes e a aprovação poderá ser comercializada e aplicada. Ao atingir esta etapa, é importante a adesão popular à vacinação para prevenção de moléstias e para diminuir a transmissão do vírus. Analisar a partir dos valores percentuais da População Estimada Residente no Brasil e Regiões (PopEst) com a Cobertura Vacinal (CobVac) e a quantidade de Doses Aplicadas de Vacinas contra o Vírus Influenza (VacInf), e os números de Óbitos Acumulados por Coronavírus por 100 milhões de habitantes (ObtCo). Após isso, discutir os resultados obtidos, assim, contribuir e ampliar os estudos sobre este assunto. A fonte das informações de ObtCo registrados até o dia 10 de outubro de 2020, CobVac e VacInf, no período de 2010 e 2020, extraídas do Ministério da Saúde, utilizando o TABNET no site DATASUS e openDataSUS. Para PopEst nos anos de 2010 até 2020 fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Com o auxílio de tabelas e gráficos do programa Microsoft Excel para a comparação dos valores. A 1ª comparação de dados foi entre PopEst e CobVac, no período de 2010 até 2020. Tendo o melhor CobVac no ano de 2015. Sendo o menor em 2016 e em 2020 com o penúltimo. A 2º comparação de dados foi entre PopEst e VacInf, no período de 2010 até 2020. Os valores percentuais para esta vacina não atingiram 9%. Apresentando aumento em 2020 em comparação aos 3 anos anteriores. A 3ª comparação de dados foi entre ObtCo, CobVac e VacInf no período de 2020. Apresentando um possível padrão associativo na Região Sul de menor ObtCo, maior CobVac e segunda VacInf. Já a Região Norte também apresentou correspondências com maior ObtCo, segunda menor CobVac, e segunda menor VacInf. O objetivo deste estudo foi atingido e pelos dados obtidos é evidente o baixo VacInf. Assim, caso os números de vacinados pela VacCo forem semelhantes aos números de VacInf, é bem provável que ocorra baixa vacinação. Portanto, novos estudos com dados obtidos após o término da vacinação são necessários para discutir as hipóteses a seguir, criadas a partir deste artigo: Se os números apresentarem-se abaixo do esperado, como incentivar a população a aderir ao uso da VacCo? Quais os motivos de uma taxa baixa VacInf? Os órgãos responsáveis pelo incentivo a vacinação poderiam contribuir para melhorar a VacInf? Se números satisfatórios de VacCo, como adequar também para as outras? As estratégias do Programa Nacional de Imunizações podem ser aprimoradas para atender a população de maneira mais efetiva?
Publicado
2021-01-22
Como Citar
OIKAWA, Hugo et al. LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE A VACINAÇÃO CONTRA O VÍRUS INFLUENZA E A HIPÓTESE DE VACINAÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 57, n. S1, p. 049-050, jan. 2021. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/3850>. Acesso em: 06 mar. 2021.
Seção
Anais do 1º Congresso Interligas de Medicina UNINGÁ