EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA PERSPECTIVA DE GESTORES DA ATENÇÃO BÁSICA

Resumo

Pesquisa qualitativa com o objetivo de analisar o conhecimento e aplicação da política de Educação Permanente em Saúde, na perspectiva de gestores da Atenção Básica de um município do interior de São Paulo. Os dados foram coletados junto a 25 profissionais, por meio de entrevista semiestruturada. A análise dos dados aconteceu por meio da técnica de análise de conteúdo de Bardin (1979). Os resultados foram organizados em duas categorias: Educação Permanente em Saúde: dimensão conceitual e Educação Permanente em Saúde: desafios para operacionalizar a EPS. Estes resultados mostraram que, no campo conceitual, há a verbalização de forma clara de que os profissionais conhecem a EPS; contudo, o espaço para discussão se dá de forma pouco articulada, pouco organizada e não ocorre de maneira contínua. Quanto aos desafios para operacionalizar a Educação Permanente em Saúde, conclui-se que se faz necessário o investimento na implementação desta política de forma a criar espaços, desenvolver e melhorar a construção coletiva de reflexões da prática do trabalho, o que resulta no uso da política como mais uma ferramenta de gestão.
Publicado
2021-06-30
Como Citar
DE CARVALHO, Enderson Rodrigues; PADILHA, Roberto de Queiroz; SAMPAIO, Sueli Fátima. EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA PERSPECTIVA DE GESTORES DA ATENÇÃO BÁSICA. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 58, p. eUJ3686, jun. 2021. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/3686>. Acesso em: 28 set. 2021.
Seção
Artigos