PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DA SONOLÊNCIA DIURNA EXCESSIVA QUANTO A SUA AVALIAÇÃO POR INTERMÉDIO DA APLICAÇÃO DE ESCALAS SUBJETIVAS DO SONO: ESCALA DE SONOLÊNCIA DE EPWORTH E ÍNDICE DE QUALIDADE DO SONO DE PITTSBURGH

  • Hugo Leonardo Shigenaga Ribeiro
  • Vergílio Pereira Carvalho
  • Adriane Cristiane Mesquita Petruco
  • Luiz Eduardo Bersani-Amado
  • Waldemar Naves do Amaral
  • Jair Pereira de Melo Júnior
  • Lilian Martins Lacerda
  • Thays Barbieri Poloniato
  • Marina Luana Silva Carneiro
  • Carolina Leão de Moraes
  • Fernarda Sardinha de Abreu Tacon
  • Irumuara Interaminense Uliana Filho
  • Laura Divina Souza Soares
  • Marcelo Aguilar Puzzi

Resumo

Infere-se que muitas pesquisas comprovam o papel de vários fatores de saúde, estilo de vida e doenças na expressão da sonolência diurna excessiva. O presente estudo teve por objetivo demonstrar o perfil clínico-epidemiológico da sonolência diurna excessiva com base nos seus achados na literatura mediante aplicação de duas escalas subjetivas utilizadas em protocolos de pesquisa e centros de avaliação do sono, são elas: a Escala de Sonolência de Epworth e Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh. Trata-se de uma revisão bibliográfica, em que foram elegíveis artigos primários, com data de publicação de 1999 até 2018, em que se utilizou as seguintes bases de dados referenciais: Biblioteca Virtual de Saúde (Bvs), Web of Science; Periódico da Capes; Scopus; SciELO; Social Science Research Network (SSRN); PubMed; LILACS e MEDLINE Complete. Na seleção crítica dos artigos de estudos transversais, recorreu-se à Appraisal tool for Cross-Sectional Studies (AXIS). Verificou-se que medidas autorrelatadas são prontamente obtidas com questionários validados como a Escala de Epworth (ESS) e Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). Outrossim, a literatura evidencia a relevância da análise e diagnóstico da sonolência diurna excessiva mediante o uso de exames eletrofisiológicos incluindo videopolissonografia noturna, teste de latências múltiplas do sono, teste de manutenção da vigília e actigrafia. A fadiga foi relacionada à depressão, à ansiedade e à qualidade do sono, mas não a sonolência diurna excessiva. Por último, indivíduos obesos, quando operados pela cirurgia metabólica pela técnica de desvio biliopancreático apresentaram normalização da sonolência diurna excessiva.
Publicado
2020-03-31
Como Citar
SHIGENAGA RIBEIRO, Hugo Leonardo et al. PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DA SONOLÊNCIA DIURNA EXCESSIVA QUANTO A SUA AVALIAÇÃO POR INTERMÉDIO DA APLICAÇÃO DE ESCALAS SUBJETIVAS DO SONO: ESCALA DE SONOLÊNCIA DE EPWORTH E ÍNDICE DE QUALIDADE DO SONO DE PITTSBURGH. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 57, n. 1, p. 39-50, mar. 2020. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/2922>. Acesso em: 07 jul. 2020.
Seção
Artigos