OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES EM PACIENTES COM HIPERCIFOSE

  • FLÁVIA MOREIRA
  • JULIANA CORRÊA SOARES

Resumo

Introdução: Os maus hábitos no alinhamento da postura geram diversas manifestações patológicas, entre elas está a hipercifose, a qual possui principal característica o aumento da convexidade anterior da coluna vertebral. A fisioterapia convencional e o RPG (reeducação postural global) podem contribuir, reduzindo os danos causados por esta deformidade e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com hipercifose. Com aparecimento cada vez mais precoce desta patologia, faz com que os fisioterapeutas ampliem seus conhecimentos e busquem novas técnicas, como o método Pilates para inovar no tratamento e benefí- cios dos pacientes. Objetivo: Avaliar os benefícios do mé- todo Pilates em indivíduos com hipercifose na coluna torá- cica. Metodologia: Pesquisa realizada através de uma revisão de literatura, os estudos foram indexados no período de 2002 à 2016 nas bases eletrônicas de dados Scielo, portal periódicos CAPES, MEDLINE e LILACS. Os termos utilizados para a busca dos artigos foram: pilates, alterações posturais e hipercifose. Resultados: Este estudo nos mostra que o método Pilates pode ser utilizado como alternativa eficiente para o fisioterapeuta na reabilitação, visto que o método apresenta benefícios variados para os pacientes com hipercifose, quando aplicado de acordo com seus princípios. Segundo diversos estudos e autores diversificados, os resultados do método Pilates no que compete aos benefícios para a hipercifose e para as alterações posturais no geral têm sido satisfatórios. Conclusão: O método Pilates trouxe benefícios variados para os pacientes com hipercifose, mesmo com muita carência de estudos sobre o método e seus benefícios em relação à hipercifose, sendo necessária maior ênfase em pesquisas na área.
Publicado
2018-01-09
Como Citar
MOREIRA, FLÁVIA; SOARES, JULIANA CORRÊA. OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES EM PACIENTES COM HIPERCIFOSE. REVISTA UNINGÁ, [S.l.], v. 52, n. 1, jan. 2018. ISSN 2318-0579. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/view/1396>. Acesso em: 15 set. 2019.
Seção
Artigos